segunda-feira, julho 13, 2015

O valor da amizade



Júlia voltou da rua entrando em casa muito triste. Sua amiguinha Sônia havia brigado com ela por uma questão sem qualquer importância.
Como gostasse bastante de Sônia, sua vizinha e amiga, Júlia sentia-se sem vontade de brincar ou de fazer qualquer outra coisa.
Assim, Júlia sentou-se no chão da sala, onde os pais estavam no momento. O pai, lendo o jornal, e a mãe vendo televisão.
Sem ter o que fazer, a menina olhava para a televisão e observou que estava passando um programa infantil. Interessada, prestou atenção. Falavam de algo que tinha acontecido entre o garoto e a menina, mas que, naquela hora, eles se entenderam; o garoto pediu desculpas para a menina e se abraçaram.
Observando a situação resolvida, Júlia suspirou profundamente chateada. A mãe notou a tristeza da filha e quis saber:
— Aconteceu alguma coisa, minha filha? Você estava brincando lá fora e, de repente, entrou correndo e ficou calada!
Júlia deixou que as lágrimas caíssem de seus olhos, e depois respondeu:
 
— Ah, mamãe! Eu e Sônia estávamos brincando na calçada, quando perguntei alguma coisa e ela me tratou mal. Então, joguei a boneca dela no chão, que se quebrou, e vim para casa. Não quero mais saber dela!
Júlia parou de falar alguns instantes, enxugando
o rosto, depois disse: 
— Seria muito mais fácil se ela tivesse me pedido desculpas, como aconteceu nesse programa da TV.
A mãe sorriu e respondeu:
— Filhinha, venha aqui no meu colo. Veja! Na televisão, os atores fazem de modo a nos indicar como devemos agir com os outros, especialmente nesse programa que é para crianças! Você viu que o garoto pediu desculpas à menina, não é?
— Vi, sim.
— Então, você precisa analisar e ver quem estava errada nesse fato que aconteceu entre você e Sônia! Quem saiu perdendo?
Júlia pensou... pensou... e respondeu:
— Foi Sônia quem perdeu, mamãe. Quebrei a boneca dela e ela não vai me perdoar nunca! — disse a menina, pondo-se a chorar de novo.
 
A mãezinha colocou a filha no colo, abraçou-a com amor e deixou-a chorar; quando viu que ela estava mais calma, considerou:
— Vamos pensar, filha. Se isso tivesse acontecido com você, o que gostaria que lhe fizessem?
— Iria querer uma boneca nova, lógico! Afinal, a boneca era minha e foi estragada.
A mãe sorriu e disse:
— Pois então, você já tem a resposta para o que deve fazer de modo a não perder a amizade da sua amiga Sônia, sempre tão boa para você! O que acha?
Júlia pulou do colo da mãe, de olhos arregalados, e mais animada:
— É mesmo, mamãe! Tenho algum dinheiro no meu cofrinho e posso comprar outra boneca para Sônia!
— Muito bem. Você tem razão, Júlia. E se o dinheiro não for suficiente para comprar outra boneca?
A garota pensou um pouco e respondeu com outra pergunta:
— Papai me adiantaria a mesada que tenho para receber?
O pai, ouvindo a conversa, disse que adiantaria a mesada, sem problema.
— Ah, papai, que bom! Então podemos ir, mamãe?
A mãe concordou e, quando o pai retornou ao serviço, deixou-as na rua do comércio. Júlia sabia exatamente como era a boneca de Sônia e, ao vê-la na loja, ficou muito satisfeita. Voltaram e a menina foi diretamente para a casa da amiga, sua vizinha.
Tocou a campainha e a mãe de Sônia veio abrir. Ao ver Júlia, a mãe chamou a filha, depois disse:
— Que bom você estar aqui, Júlia! Sônia está chateada hoje. Espero que você a anime!
Sônia apareceu na porta com os olhos vermelhos de chorar. Ao ver sua amiga Júlia, sorriu mais animada e elas se abraçaram.
 
— Sônia, você me desculpa o que eu fiz com sua boneca? Não sei o que aconteceu comigo! Mas, trouxe-lhe outra novinha, com minhas desculpas!
E entregou o pacote para Sônia, que chorava de alegria. Enxugando os olhos, ela olhou para Júlia e falou:
— Na verdade, senti mais pela nossa amizade, que julguei terminada, do que por você ter quebrado minha boneca. Mas agradeço-lhe muito o presente!
Ambas se abraçaram e Júlia, ao ouvir aquelas palavras, ficou emocionada, pensando que ela poderia ter perdido a amizade da amiga.
Logo estavam juntas brincando no quintal da casa de Sônia, certas de que a amizade delas era mais importante do que qualquer outra coisa.
E Júlia aprendeu que, na vida, temos que valorizar o que realmente importa. 

MEIMEI 
(Recebida por Célia X. de Camargo, em 1º de junho de 2015.)

Fonte: O Consolador
                                                
                                                  
 

segunda-feira, junho 29, 2015

Ensinos consoladores ao excluídos


Lc. 15, 1-2



O Mestre rogava paz sempre que se reunia junto aos seus. Falava de cura e esclarecia que só se pode oferecer cura aos enfermos (publicanos, pecadores etc).
Etimologicamente o termo religião vem do latim religio que deriva de religari, denotando ação de ligar e religar. O mundo quase em totalidade nesses tempos atuais, tem religião. A religião deve trazer em si uma pedagogia, sendo essa que por sua vez se deve associar à vivência de amor. Sócrates, Platão, Comenius, Rosseau e Pestalozzi foram pilares básicos para a formação do homem novo, ou seja buscaram modificar o sistema que vigia; abdicaram da psique os coceitos antecipados, a capacidade de marginalizar e mais que isso, de excluir. O Templo ao qual o SER faz parte, deve interagir com o progresso que se avizinha, deve oferecer-lhe oportunidades de desenvolvimento psíquico, o que com certeza o levará a um graduamento espontâneo na escala do autoconhecimento.
Hoje, multidões se julgam superiores aos seus semelhantes de outros credos religiosos. É imperioso que saibamos compreender que o homem cria denominações, pois cada qual interpreta a "verdade que liberta" de sua maneira. Jesus nos trouxe uma fé valorizada, progressista e altaneira, nós a temos escravizado segundo prioridades das convenções humanas que tendem a desaparecer assim que nos valorizarmos como seres em busca de luz. Vez por outra afirmamos que as religiões são rios distintos que desaguam no mesmo mar (Deus). Enquanto isso perdemos tempo com críticas e julgamentos nocivos, também perdemos a própria identidade cósmica. Quando o Cristo recomendou vigiar, se referia a vigília de si próprio e não dos outros. Vigiamos o progresso do semelhante, sua crença, seus deuses, enquanto nos esquecemos de fazer uma análise interna de como estamos procedendo com a vida.


A Universidade de Duke Rhine (EUA) foi o berço de pesquisas de Joseph Banks Rhine, onde o mesmo estudou a fio os fenômenos paranormais até então não reconhecidos cientificamente. Ele propôs uma separação entre "mentes humanas" e espaço físico onde se localiza o cérebro, entendendo assim que há uma energia de natureza psíquica  não localizada em partes determinadas do corpo humano. A ciência moderna se originou com Isaac Newton que dedicou mais tempo de sua vida estudando a alquimia (hoje chamada parapsicologia) do que a pesquisa óptica e gravitacional. Fritjot Capra escreveu "O Tao da Física" e nele afirmou que a ciência estava apenas começando a entender algo que vários seres já conheciam a muito.
Vicente de Paula viveu em 1576 a 1660 e diante das guerras sucessivas e vendo o que a França sofria, resolveu cuidar da fome que havia se instalado no burgo francês. Assim, nesse cenário surge o amigo inseparável dos desvalidos. Propõe alívio à sociedade da miséria e busca recursos dos abastados, oferecendo-os aos famintos. Funda assim as congregações "Padres da missão" e "Irmãs da caridade". Por sua idealização e esforço foram erguidos vários hospitais e asilos. A significação de gentio quer dizer: "indivíduo que professa a religião pagã; idólatra; pagão; bárbaro". Foram esses os quais Paulo quis atingir. Nas suas sete décadas de existência Paulo se viu motivado em socorrer-lhes em suas necessidades espirituais, entretanto a lógica que se tem visto é que não devemos dar crédito ao indivíduo de fé diferente, de culto aparentemente estranho ou de posição contrária a nossa.
Irmãos! Jesus nos espera de braços abertos, de olhar compreendedor, de mãos aconchegantes e mais que isso de coração singelo. Mas espera de nós a mesma postura diante dos que ainda se acham perdidos no tempo e no espaço. Jesus nos quer vencendo barreiras de etnocentrismo e das culturas supostamente corretas, para que juntos, NÓS e ELE, possamos recepcionar os novos trabalhadores que se ajuntarão com o propósito da edificação.

Jefferson Leite

sexta-feira, junho 19, 2015

Não se deve constranger ninguém a aceitar nossa Doutrina - Espírito Lins de Vasconcellos




O problema não é de ensinar ou não ensinar o Espiritismo, mas sim da excelência do ensino cultural e a educação que se deve dar à juventude e à infância. 

Não devemos repetir o erro que cometeu a Igreja Católica, que tentou impor odiosamente seus postulados e em nada melhorou a Humanidade. 

Não podemos profissionalizar o ensino da Doutrina e não será justo exigir do professor espírita, que lecione matéria curricular sem ganhar e, se receber, estará profissionalizando o ensino da Doutrina. O ensino da Doutrina é no Centro, nos trabalhos de evangelização. 

O Instituto é para educar e ensinar com ho nradez e dignidade, dando exemplo de lisura no cumprimento do dever de ensinar. 

Devemos melhorar as condições culturais do Educandário, a fim de que ele seja conceituado pelo valor do ensino e pela conduta exemplar espírita... 

O Ginásio espírita será conhecido não porque ensina Espiritismo, mas pela qualidade excelente do ensino que oferece aos alunos espíritas ou não. 

Imaginem o resultado de maus exemplos dados por professores espíritas, que ensinam Espiritismo a alunos que não são espíritas e especialmente aos espíritas. 

Que os pais espíritas levem seus filhos aos Centros, pois lá é que devem aprender Espiritismo. 




No currículo escolar por enquanto não é lógico e nem aplicável o ensino da Doutrina, pois nem sequer possuímos um sistema uniforme para o ensino doutrinário. 

Não devemos ser mais intolerantes que os católicos, devemos agir com equilíbrio e bom senso. 

É preferível que o Espiritismo soe bem aos ouvidos dos jovens estudantes não espíritas pela atitude correta dos professores espíritas e pelo valor do ensino que ministrem, do que assumindo uma atitude antipática que nos situe como intolerantes. 

Na hora grave que o Brasil atravessa, deve sobressair o esforço cultural do Instituto, procurando contribuir para o bom ensino e educação da juventude. 


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Excerto da mensagem recebida pelo médium Divaldo P. Franco, ditada pelo Espírito Lins de Vasconcellos, em Curitiba, no dia 26 de novembro de 1968. 
Em 28.12.2010. 


Fonte:Centro Espírita No Caminho da Luz

sexta-feira, junho 12, 2015

As relações afetivas de um casal




Neste dia consagrado aos namorados, podemos enquadra los entre desde os mais recentes enamorados no romanatismo da mocidade até aqueles que já experimentaram a madureza dos anos. A vida afetiva é parte programada na maioria das criaturas humanas, pois em verdade não é sujeição a matéria que nos leva a desenvolver o afeto e sim o espírito que sente e desenvolve esse nobre sentido que a matéria apenas registra. Segundo os especialistas a paixão dura em torno de doze meses logicamente que varia de pessoa para a pessoa esse tempo.  Enquanto que o amor transcende o tempo, o espaço, se imortaliza nas matrizes espirituais dos casais que verdadeiramente o conhecem em sua essência sagrada.
Nas reflexões do avanço da sociedade encontramos o matrimônio, a constituição familiar como base inexorável para o progesso dos indivíduos. Nas relações afetivas se processam os resgates, a ajuda mútua, enfim o crescimento de ambos. 


O aspecto espiritual até pouco lembrado no que tange as uniões deve ser o norteador para os compromissos assumidos um com o outro. Ninguém atravessa nosso caminho por acaso, muito menos se afinazam ao ponto de constituirem um relacionamento, tudo obedece a uma causa superior.
Um casal que se olha e vê nascer entre ambos um embrionário sentimento pouco sabe que em algum lugar do passado já haviam desenhado sob a proteção do Alto as linhas que se cruzariam mais tarde com o firme propósito de recomeçarem ou mesmo começarem em conjunto uma soma de esforços no sentido de se ajudarem. O bom senso também nos recomenda cuidados valorosos para com as relações mal sucedidas aquelas que por uma ou outra circunstâncias acabam por terminar de forma trágica ou aspera para qualquer um dos lados. Assim como a vida nos presenteia com alianças que engrandecem a criatura, muitas vezes por descuido nosso de cada dia acabamos por oferecer desajustes aos relacionamentos afetivos ao longo de cada ciclo reencarnatório.
Em qualquer posição que seja, busquemos cultivar o respeito a quem conosco se afiniza no sentido de constituir em relacionamento afetivo para que possamos acrescentar e jamais diminuir na vida de quem quer que seja. Tanto hoje quanto amanhã celebremos as uniões sob os auspícios do amor, o sentimento que dignifica e enobrece os laços afetivos de todas as criaturas tanto na Terra quanto nas mais distantes dimensões espirirituais, pois em verdade são as almas que se amam e portanto ele, o amor será sempre imortal.

Jefferson Leite 

quinta-feira, maio 21, 2015

Que delícia de sorvete!



Gustavo, menino de família rica, era muito orgulhoso. Morava numa casa grande e linda, onde nada lhe faltava. Tudo o que ele pedia o pai lhe dava.
Como não poderia deixar de ser, em razão das suas condições de vida, Gustavo era também bastante egoísta. Nunca dava nada para ninguém.
Certo dia, Gustavo saiu de casa e, com a mão no bolso, sentia cheio de satisfação o dinheiro que o pai lhe dera para comprar o que quisesse.
O orgulhoso menino começou a andar pelas ruas olhando tudo que poderia comprar com o dinheiro que tinha no bolso. Olhava as vitrines de roupas, de calçados, de brinquedos, mas nada lhe interessava.
 
Caminhou bastante debaixo do sol forte de verão até se sentir cansado. Certo momento resolveu parar para descansar. Antes, porém, viu uma sorveteria e comprou um sorvete. Depois, sentou-se num banco defronte da sorveteria.
Mal havia se sentado à sombra, ansiando por começar a tomar seu gostoso sorvete, quando um garoto maltrapilho sentou-se também no mesmo banco.
Irritado com a presença do garoto de roupas velhas e sujas, que parecia faminto, Gustavo virou-se para o outro lado, fingindo não tê-lo visto. Porém o menino olhava o sorvete que Gustavo tinha na mão e disse com um sorriso:
— Que sorvete lindo! Deve estar uma delícia! Ah! Como eu gostaria de experimentá-lo!...
Ao ouvir as palavras do menino, Gustavo levantou ainda mais sua cabeça, com arrogância, e disse:
— Pois do meu sorvete você não tomará! Era só o que faltava! Eu ter que dar-lhe uma colherada do meu delicioso sorvete! Suma daqui, moleque!...
Mas o pobrezinho retrucou:
— Como pode alguém como você, que tem roupas boas, que usa tênis caros e que deve ter de tudo, ser tão egoísta? Se eu tivesse o que você tem, ajudaria quem nada tem!...
Ouvindo o menino de rua, Gustavo ficou vermelho de raiva e não sabia se respondia ou se tomava o sorvete, que começava a derreter sujando sua mão. E respondeu:
— Sou rico, sim! E daí? Posso comprar tudo que quiser! Inclusive este sorvete! Mas ele é meu e não vou dividi-lo com ninguém, muito menos com um garoto mal-educado como você, entendeu?
 
Vendo Gustavo irritado, ele sorriu ao notar que o sorvete já lhe escorria pelo braço, e sugeriu:
— Acho melhor você tomar logo esse sorvete, senão ficará sem ele. Olhe! Ele está derretendo todo!
— Culpa sua, seu atrevido. Se me tivesse deixado tomar o sorvete em paz, isso não teria acontecido!
Bem-humorado, o menino retrucou:
 
— É verdade! Mas se você tivesse me dado uma colherada logo que pedi, não teria perdido seu sorvete. Viu? Por ser egoísta, perdeu seu delicioso sorvete!
Gustavo olhou com tristeza o sorvete todo derretido em sua mão. Depois se virou para o menino que o observava, também desolado, e que lamentou:
— Me desculpe. Ao vê-lo tão bem vestido, limpo e cheiroso, todo orgulhoso e ainda com um delicioso sorvete nas mãos, não resisti à vontade de brincar com você. Estou arrependido. Agora nem você nem eu poderemos experimentar o sorvete, que já escorreu pela sua roupa toda!
A expressão do menino era ao mesmo tempo comovente e engraçada. Gustavo começou a rir. Daí a pouco os dois estavam rindo sem parar.
Em seguida, Gustavo disse:
— Você tem razão. Fui muito egoísta mesmo. Como se chama?
— Joãozinho. E você?
 
— Gustavo. Sabe o que vou fazer? Venha comigo! Vou comprar dois sorvetes: um para mim e outro para você!
— Verdade, Gustavo?
— Claro! Como você disse, tenho dinheiro!
— Ah! E vou poder escolher o sabor?
— Pode, sem dúvida.
— Ah! Então, quero um de chocolate e morango! Sempre achei que deveriam ser os melhores sabores, mas nunca pude comprar. Então hoje vou experimentá-los!
Após pedirem os sorvetes, eles se sentaram num banco e saborearam aquelas delícias, rindo e conversando como bons amigos. Ao terminar de tomar o sorvete, Joãozinho levou a mão à barriga, e respirando fundo, com expressão satisfeita, disse:
— Ah! Que delícia de sorvete! Obrigado, Gustavo, pela sua generosidade.
Ao chegar a casa, ele contou aos pais o que tinha acontecido e como ficara envergonhado diante do menino, com o sorvete derretido nas mãos. E com lindo sorriso, prometeu:
— Deus nos tem dado tanto, não é, papai? Por que não podemos dividir um pouco do muito que temos com quem tem menos do que nós? Senti tamanha satisfação ao ver a alegria de Joãozinho, que meu coração inchou dentro do peito! Nunca mais desejo ser orgulhoso e egoísta com ninguém!... Acho que Jesus está contente comigo!
O pai concordou, satisfeito:
— Sem dúvida, meu filho. O fato de termos dinheiro não significa que devemos nos considerar melhores do que as outras pessoas, porque somos todos irmãos, filhos de Deus, Nosso Pai! 
A partir desse dia, Gustavo nunca mais esqueceu que o orgulho e o egoísmo nada nos trazem de bom, afastam de nós as pessoas e impedem-nos de fazer amigos. E por toda a sua vida, ele nunca esqueceu essa lição que lhe fora dada por um menino de rua.

MEIMEI


(Mensagem recebida por Célia X. Camargo em 13/04/2015.)   

Fonte: O Consolador             

domingo, maio 10, 2015

Nesse dia das mães...



Pra você nunca fui mais que um menino
Que em teu colo sonhou a felicidade
Hoje mesmo distante fisicamente
Você  é um anjo que me trouxe a verdade
Você me ensinou que o amor
Vai muito além da saudade
Ele vive pela imortalidade
Hoje quando penso em mães pelo mundo inteiro
Rogo ao Deus de bondade
Que ampare todas as na Terra e no infinito
Pois o amor de mãe é algo tão bonito
Que enche a Terra de alegria
Parabéns a minha mãe querida
E todas a mães pelo seu dia.

Jefferson Leite