Vivemos aqui no planeta Terra, este planeta azul, onde a atmosfera que está sobre nós, pesa cerca de dezessete toneladas, ou seja o peso de 225 homens juntos, então vemos que o ar preenche todos os campos no espaço, nada é vazio e nossa atmosfera tem cerca de cem quilômetros de espessura. Nesta nosso planeta, a água é o mineral mais valioso do novo milênio, pois apenas 2,4% do total de água existente no planeta é de água doce, a disputa pelo mineral vem se acirrando cada vez mais. O Brasil detém 8% do estoque de água doce existente no planeta.
Data do ano 140 d C, quando em Alexandria, Claudio Ptolomeu escreveu um livro intitulado "Syntaxis" ( Almagesto para os árabes). Nesta obra o autor apresentava a teoria de que a Terra era o centro do sistema solar e não o sol. Nascia assim o Sistema Geocêntrico que viveu até 1543, quando o polonês Nicolau Copérnico elaborou o Sistema Heliocêntrico, considerando o sol centro de nosso sistema. Nosso planeta apresenta quatro camadas visíveis para nós: Fotosfera, Cromosfera, Coroa Solar e Núcleo Solar. A superfície do planeta é de 510.100.934 KM², o volume do orbe é de um trilhão de KM³ e seu peso aproximado é de 6 sextrilhões de toneladas. A idade do planeta é de aproximados 4, 6 milhões de anos. Diante do exposto, observamos que nos diz a ciência que o surgimento dos primeiros viventes se deu quando uma matéria gelatinosa envolveu a crosta e assim o protoplasma tornou-se o embrião das organizações do globo terrestre, surgindo células albuminóides, organizações unicelulares se multiplicaram na temperatura típica dos oceanos. Hermann Hesse escreveu uma obra na qual relata que um sábio filósofo diariamente ia conversar com um rio e o mesmo se considerava feliz e contente, entretanto o filósofo infeliz e oprimido desejava ser também um rio. Assim, muitos foram os grandes pensadores que se levantaram embriagados por uma fuga ao materialismo crescente e notório, o "fugere urbem" foi, é e será praticado por inúmeros indivíduos que queiram estabelecer um intercâmbio com o meio ambiente, ao aprofundarmos no comportamento sensível de Cristo, observamos Jesus apaziguando a tempestade (Mt. 8, 23-27) e assim entrevemos a grande conclamação entre o Senhor e os painéis materiais. Diante da sensibilidade psíquica o Cristo mostra a sua autoridade sobre a fenomenologia natural e influencia com o dulçor de sua voz. Não somente nesse episódio encontramos Jesus abrilhantando ainda mais as paragens insinuantes de Israel.

Precisamos mais que nunca nos conscientizarmos da importância da fauna e da flora em nossas vidas, do equilíbrio existente e das potencialidades que o meio ambiente nos pode oferecer. Guardando as devidas proporções podemos dizer que Jesus era um amante nato da natureza, tanto que nasceu numa estrebaria, onde o acolhimento dos animais foi notável.
O equilíbrio do SER com o meio natural é um largo passo para o progresso e também esse, o Mestre soube executar, e hoje nos convida a olharmos as estrelas que falam de beleza quando o crepúsculo da noite nos envolve a alma.
Nenhum comentário:
Postar um comentário